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Este blog é dedicado aos amantes da língua portuguesa, àqueles que querem sempre aprender mais e aos que querem conhecer melhor nossa empresa. A valorização da língua portuguesa é nosso maior objetivo e nossa maior alegria! Esperamos que façam bom proveito das informações aqui postadas!

Nossa Empresa

  19 Junho 2008
A 3GB Consulting é uma empresa de consultoria em comunicação corporativa, que busca desenvolver soluções e otimizar o contato entre empresas e clientes.
Nosso objetivo é proporcionar a qualificação do material utilizado por empresas na comunicação com seus clientes e com o público em geral. Assim, os serviços envolvem traduções e versões de textos (português, inglês, italiano e francês); e envolvem também – e principalmente – a revisão dos textos em português utilizados pelas pessoas jurídicas dos mais variados portes (desde micro até grandes empresas), suprimindo erros, aperfeiçoando a comunicação e proporcionando excelência no uso da língua culta padrão. Além de melhor transmitir a mensagem, queremos agregar qualidade e melhorar a percepção formada pelo público sobre o emissor do conteúdo transmitido. Através do uso do português claro e correto, buscamos melhorar a comunicação entre as partes, trazendo ganhos para todos.
Prestamos consultoria nas mais diversas áreas da comunicação, com trabalhos envolvendo diferentes idiomas, revisão, correção e qualificação do uso do idioma no relacionamento empresa-público, sempre com ética e procurando a satisfação total dos nossos clientes.
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Recentemente o site ClicRBS passou a contar com uma página sensacional: Sua Língua, de autoria do professor Cláudio Moreno (http://wp.clicrbs.com.br/sualingua/).
Moreno dispensa apresentações. É e foi professor de diversos estabelecimentos de ensino do Rio Grande do Sul, e é raro encontrar um gaúcho que ainda não tenha sido seu aluno, principalmente em cursinhos pré-vestibulares.
A página é uma maravilha pra quem se interessa pela língua portuguesa. Traz dicas, questões atuais envolvendo o uso da língua, curiosidades, lições de gramática, etimologia. Ah, e está toda atualizada segundo o Acordo Ortográfico. Enfim, é um prato cheio!
Vale a pena acessar e buscar ali, corriqueiramente, subsídios para um uso cada vez melhor de nossa língua portuguesa!
http://wp.clicrbs.com.br/sualingua/
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Língua portuguesa

  12 Abril 2010
Encontro reúne intelectuais para discutir valorização da língua portuguesa

Que Brasil, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste são países unificados pela cultura e pela língua portuguesa — apesar da diferença geográfica e de sotaque — já é sabido. Mas que o português gera tanta curiosidade fora das fronteiras desses países pode parecer uma surpresa.

Pois, no último fim de semana, alemães, franceses, americanos, africanos e latino-americanos passaram duas tardes falando e pensando a língua portuguesa. Com deslizes e gafes previsíveis — e que muitas vezes geraram cenas engraçadas — gente dos quatro cantos do mundo impressionou os brasilienses com uma pronúncia dedicada e, em muitos casos, perfeita. Tanto que foi desnecessária a tradução simultânea, comum em eventos deste porte...
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A multiplicação das palavras

Os vocábulos estrangeiros se incorporam ao português numa velocidade assombrosa, enriquecem a língua e levantam a discussão sobre adaptar ou não sua grafia

idioma01Letra por letra
Daniel (primeiro à esq. no trio ao centro da foto), no Caldeirão do Huck: traído pela palavra kirsch, recente no português

No sábado 10, o programa de TV Caldeirão do Huck exibiu a etapa final de um de seus quadros fixos, o Soletrando. Nele, estudantes de 5ª a 8ª série devem provar seus conhecimentos da língua portuguesa ao soletrar palavras sorteadas. O vencedor leva 100 000 reais. O estudante mineiro Daniel Coutinho, de 13 anos, perdeu o prêmio por pouco. Atrapalhou-se ao soletrar a palavra kirsch, nome de um tipo de aguardente à base de frutas. O termo é alemão, mas, por encontrar-se difundido entre os apreciadores de bebidas no Brasil, figura como verbete no Aurélio, dicionário da língua portuguesa que serve de base para a competição. O episódio ilustra uma mudança profunda ocorrida nos últimos tempos na forma de incorporação de palavras estrangeiras ao português falado no Brasil. Antes, os vocábulos estrangeiros só eram dicionarizados depois de ter seu uso consagrado entre os brasileiros por pelo menos uma década. Hoje, a população adota uma quantidade crescente de palavras estrangeiras – e os dicionários correm para transformá-las em verbetes, sob o risco de se tornarem obsoletos. Diz Valéria Zelik, editora do Aurélio: "O idioma já teve mais tempo para adquirir novas lexias. Atualmente, a velocidade das informações vindas de diversas áreas do conhecimento é algo impressionante, e elas trazem novos vocábulos".

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Reportagem no jornal Folha de S. Paulo do começo do mês (veja aqui http://grem.io/8eh) escancara o que muitas pessoas só percebem na hora do prejuízo: economizar na hora de redigir qualquer tipo de texto é receita certa para dor de cabeça.

No caso do jogador Robinho, essa dor de cabeça pode chegar a R$ 700 mil por dia! E tudo isso por quê? Porque Robinho e seu representante gastaram um dinheirão com advogados, com tralalá e coisa e tal, mas descuidaram do óbvio: do texto, do uso da língua. O resultado é que o jogador assinou um contrato em duas línguas (português e inglês), com duas informações diferentes! Leia no link postado acima e entenda o imbróglio.

Se Robinho tivesse contratado a 3GB Consulting, nada disso teria acontecido! Viu agora porque nossos serviços são tão importantes?



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Estratégia de ensino

  15 Abril 2011

Vídeo de Batman, Robin e Mulher Gato ensina português na Abin
"As aventuras de Batman & Robin/Curso de português em frases 2" é uma peça teatral produzida pela Abin (Agência Brasileira de Inteligência) para dar dicas de português aos seus funcionários, entre eles os agentes secretos.

Em 2007, o grupo de teatro da Abin encenou uma esquete adaptada do grupo brasiliense "Os Melhores do Mundo". Três funcionários da agência interpretam Batman e Robin, que apesar de heróis não dominam completamente a língua portuguesa, contra a Mulher Gato, uma sequestradora que gosta de corrigir os erros gramaticais alheios.

Quem produziu o espetáculo foi a Escola de Inteligência da Abin. A peça foi gravada em vídeo para uso interno e difundida pelo Núcleo de Educação da Distância da agência.

O método de ensino é simples: a Mulher Gato corrige os erros do homem morcego e do garoto prodígio. "Português não é o meu forte", admite Robin. A vilã, contudo, tropeça duas vezes ao falar "exigências".

O GSI (Gabinete de Segurança Institucional), órgão da Presidência da República ao qual a Abin está subordinado, não quis comentar a estratégia de ensino da agência. Destacou, no entanto, que o vídeo foi produzido para "uso interno".

Informou apenas que o "grupo de teatro, formado à época por servidores, foi utilizado durante um curso de capacitação da agência, na disciplina de língua portuguesa, e as imagens foram difundidas para o sistema de ensino à distância".

"Não há, no momento, grupo de teatro em atividade na Abin", completou o GSI, por meio da assessoria de imprensa.


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Publicado no jornal Folha de S. Paulo em 15 de abril de 2011.
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Não passe vergonha!

  27 Abril 2011
Texto da Martha Medeiros mostra que feio mesmo é escrever errado! Tá certa, Martha! Foi exatamente por isso que criamos a 3GB Consulting, para ajudar empresas e particulares a não fazer feio na hora de comunicarem suas ideias e mensagens.


27 de abril de 2011 | N° 16683 MARTHA MEDEIROS Outros estrangeirismos
Gosto muito do que voçê escreve. Se não for encômodo, poderia ler o meu blog? Estou anciosa para ler seu novo livro. Essas três primeiras frases são exemplos de manifestações carinhosas que recebo diariamente e que muito me comovem, mas, se você reparar bem, vai ver que elas trazem alguns “estrangeirismos” à língua portuguesa, com os quais, aliás, o governo não se importa tanto. Você escrito com cedilha. Encômodo em vez de incômodo. Anciosa em vez de ansiosa. Equívocos campeões de audiência. Existe também na linguagem escrita uma farta distribuição de palavras como previlégio, viajem, recompença, análize, sem contar os clássicos mendingo, menas, imbigo. Quando se trata da palavra falada, é comum ouvir “trusse” em vez de trouxe, “eu soo” em vez de “eu suo”, sem falar no descaso absoluto com os plurais: vou com quatro amigo, ela me deve cinco real, almocei dois pastel. Serão todos analfabetos? De forma alguma. São profissionais liberais, estudantes de faculdade e, olha, alguns se apresentam até como professores. Erram porque todo mundo erra, assim como eu também cometo meus erros. Não esses, nem tantos, mas cometo. Recentemente passei pelo vexame de escrever “doentis” em vez de “doentios”. O português é uma língua que convida à derrapagem. Só há uma maneira de barrar o uso disseminado desses estrangeirismos no nosso idioma: incentivando cada vez mais o hábito da leitura, investindo maciçamente nas escolas e inaugurando uma biblioteca pública em cada esquina. Se não for assim, os pais continuarão falando errado em casa e darão maus exemplos aos seus filhos, que por sua vez passarão adiante atrocidades como “para mim fazer” ou “vou estar fechando a loja”, e o português continuará sendo infestado de expressões que, essas sim, comprometem a integridade do nosso idioma. Eu sou contra qualquer patrulha, mas se querem instaurar uma, que seja pela preservação do bom português, em vez de perderem tempo com uma caça às bruxas improdutiva. A absorção de palavras estrangeiras é algo natural em qualquer cultura, não há motivo para organizar uma resistência. Claro que há certos exageros, principalmente no jargão empresarial, mas isso é questão de gosto: na minha opinião, de mau gosto. Me parece mais elegante apresentar um orçamento do que um budget, fazer uma reunião do que fazer um meeting e apresentar um relatório em vez de um paper, mas há quem se sinta um profissional mais competente falando assim. Afetação, só isso. De forma alguma coloca em risco nossa língua mãe. Utilizar palavras em inglês, vez que outra, é apenas uma rendição ao que se consagrou como universal. Não mata ninguém. E não deixa de ser didático, afinal, o turismo tem aumentado no mundo e é bom que se saibam algumas palavras-chaves. De minha parte, acho preferível fazer um happy hour do que ter uma hora felis com os amigos, fazer um check in no aeroporto do que uma xecagem, executar downloads do que baichar músicas. O uso eventual do inglês (ou do francês, do italiano, do latim) não compromete em nada o nosso idioma. O português mal falado e mal escrito é que nos faz passar vergonha.
.....................Publicado no jornal Zero Hora em 27 de abril de 2011.
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