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Este blog é dedicado aos amantes da língua portuguesa, àqueles que querem sempre aprender mais e aos que querem conhecer melhor nossa empresa. A valorização da língua portuguesa é nosso maior objetivo e nossa maior alegria! Esperamos que façam bom proveito das informações aqui postadas!
Neologismo não é Ignorância !
Mais uma vergonha para nós Brasileiros de carteirinha assistirmos o MEC se esquivar de responsabilidades inscritas no seio de sua missão institucional. Livros didáticos são artefatos de transmissão do conhecimento e devem privar-se da ignorância daqueles que se acham no direito de divulgar o erro !
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ABC da Língua Culta

  05 Agosto 2010
Lançado faz pouco tempo o essencial "ABC da Língua Culta", de Celso Luft. Vale muito a pena ter para consulta!
Segue resenha:
"Abc da língua culta" é uma obra explicativa de questões de português. Apresenta casos de sintaxe (colocação, regência, concordância), morfologia, fonética, neologismos, estrangeirismos, problemas de uso, diferenças entre sinônimos, variações entre Brasil e Portugal, registrados e comentados. Trata-se, de um dicionário enciclopédico centrado em questões que envolvem o uso correto da língua escrita. Assim, em lugar de apenas termos isolados darem entrada aos verbetes, encontra-se, por exemplo, o par 'ao encontro de / de encontro a'. Quando se usa uma e quando a outra expressão? E quando é correto usar aonde e quando onde? Ao mesmo tempo que ou ao mesmo tempo em que? À vontade ou à-vontade? Além de expressões assemelhadas na forma, mas distintas no significado, o dicionário contempla outros tipos de entradas, como termos literários, variações de grafia como assobio / assovio, articulações de palavras (por exemplo, o superlativo de atroz), e ainda sobreposições semânticas como avestruz / ema, estrangeirismos, usos raros, em ordem alfabética e na forma de verbetes, contemplando morfologia, fonética, sintaxe, estilística e usos.
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PUBLICAÇÃO POLÊMICA ABL desaprova livro que defende erros de português Ministério não irá recolher publicação distribuída a estudantes que gerou críticas de especialistas A Academia Brasileira de Letras (ABL) criticou, em nota, o livro didático distribuído pelo Ministério da Educação (MEC) que defende erros de português. No comunicado, a ABL diz que “estranha certas posições teóricas dos autores” do livro polêmico. – Todas as feições sociais do nosso idioma constituem objeto de disciplinas científicas, mas bem diferente é a tarefa do professor de língua portuguesa, que espera encontrar no livro didático o respaldo dos usos da língua padrão que ministra a seus discípulos – diz a nota. Apesar das críticas de educadores e escritores, o MEC não pretende retirar das escolas o livro com graves erros gramaticais distribuído pelo Programa Nacional do Livro Didático. Ao todo, 485 mil estudantes jovens e adultos receberam a publicação Por uma Vida Melhor, de Heloísa Ramos, que defende uma suposta supremacia da linguagem oral sobre a linguagem escrita, admitindo a troca dos conceitos “certo e errado” por “adequado ou inadequado”. Apartir daí, frases com erros de português como “nós pega o peixe” poderiam ser consideradas corretas em certos contextos. – Não somos o Ministério da Verdade. O ministro não faz análise dos livros didáticos, não interfere no conteúdo. Já pensou se tivéssemos que dizer o que é certo ou errado? Aí, o ministro seria um tirano – disse um auxiliar do ministro Fernando Haddad, que pediu para não ser identificado. Escritores e educadores criticaram a decisão de distribuir o livro, tomada pelos responsáveis pelo Programa Nacional do Livro Didático. Para Mírian Paura, professora do Programa de Pós-graduação em Educação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), as obras distribuídas pelo MEC deveriam conter a norma culta: – Não tem que se fazer livros com erros. O professor pode falar na aula que temos outra linguagem, a popular, não erudita, como se fosse um dialeto. Os livros servem para os alunos aprenderem o conhecimento erudito. Autor de dezenas de livros infantis e sobre Machado de Assis, o escritor Luiz Antônio Aguiar também é contra a novidade: – Isso demonstra falta de competência para ensinar. Em nota distribuída quando a polêmica se tornou pública, o MEC informou que a norma culta da língua será sempre a exigida nas provas e avaliações, mas que o livro estimula a formação de cidadãos que usem a língua com flexibilidade. O propósito, segundo o MEC, é discutir o mito de que há apenas uma forma de se falar corretamente. Ainda segundo o ministério, a escrita deve ser o espelho da fala. Entenda o caso - O Programa Nacional do Livro Didático, do Ministério da Educação (MEC), distribuiu a cerca de 485 mil estudantes jovens e adultos dos ensinos Fundamental e Médio uma publicação que faz uma defesa do uso da língua popular, ainda que com incorreções. - Para os autores do livro, deve ser alterado o conceito de se falar certo ou errado para o que é adequado ou inadequado. Exemplo: “Posso falar ‘os livro’?’ Claro que pode, mas dependendo da situação, a pessoa pode ser vítima de preconceito linguístico”, diz um dos trechos da obra “Por uma vida melhor”, da coleção Viver, aprender. - Outras frases citadas e consideradas válidas são “nós pega o peixe” e “os menino pega o peixe”.

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