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Este blog é dedicado aos amantes da língua portuguesa, àqueles que querem sempre aprender mais e aos que querem conhecer melhor nossa empresa. A valorização da língua portuguesa é nosso maior objetivo e nossa maior alegria! Esperamos que façam bom proveito das informações aqui postadas!

Hifens, como usá-los?

  14 Fevereiro 2012

Entenda o uso do hífen em "sócio-fundador" e "socioeconômico"

Por Thaís Nicoleti

Do site UOL Educação*

"...a Brenco foi idealizada pelo empresário Ricardo Semler e tinha como sócios fundadores bilionários como James Wolfensohn (ex-presidente do Banco mUndial), Steve Case (fundador da AOL) e Vinod Kohsla (um dos findadoresda Sun Microsystems), entre outros." 

Mesmo depois da reforma ortográfica, que, pelo menos em tese, simplifica o uso do hífen, há casos que continuam provocando confusão. Um deles está ilustrado no fragmento acima.

De acordo com a nova regra, o prefixo "sócio-" hifeniza-se apenas diante de termos iniciados pelas letras "o" (idêntica à letra final do próprio prefixo) e "h". Nos demais casos, ocorre a justaposição (sem hífen). Por esse motivo, continuamos grafando sem hífen termos como "socioeconômico", "socioeducativo", "sociobiologia" ou "sociopata", por exemplo, em que desaparece o acento agudo do prefixo. Esse acento permaneceria numa hipotética forma como "sócio-habitacional" por causa do hífen.

Já o caso que aparece no fragmento destacado é diferente de todos esses, pois, em "sócio-fundador", o elemento "sócio" não é um prefixo. Trata-se, agora, do substantivo "sócio", que, ao entrar na formação de uma palavra composta, sempre será acentuado e separado do segundo termo por um hífen. É por ser um substantivo que se pluraliza normalmente mesmo quando integra um composto. Assim: sócio-diretor/ sócios-diretores, sócio-gerente/ sócios-gerentes, sócio-fundador/ sócios-fundadores etc.

Veja, abaixo, a correção:

...a Brenco foi idealizada pelo empresário Ricardo Semler e tinha como sócios-fundadores bilionários como James Wolfensohn (ex-presidente do Banco mUndial), Steve Case (fundador da AOL) e Vinod Kohsla (um dos findadoresda Sun Microsystems), entre outros. 

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Disponível em 

http://educacao.uol.com.br/dicas-portugues/entenda-o-uso-do-hifen-em-socio-fundador-e-socioeconomico.jhtm

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Quando usar o hífen?

  04 Julho 2011

Aprendendo as novas regras ortográficas

Com as novas regras ortográficas em vigor desde 2009 (e obrigatórias a partir do ano que vem!), muita gente está com dificuldades em relação ao uso do hífen em palavras com prefixo. Pois bem, vamos dar uma ajudinha. Dá pra se dizer que as novas regras facilitaram muito esse uso.

A regra geral agora é que o prefixo se une à palavra sem hífen. Assim, passamos a ter infraestrutura, superamigo, coirmão, autoescola, autoconhecimento, semidesnatado, hiperinteressante, minissaia... Ops, aqui você notou algo estranho! Pois é, quando acontecer isso, deve-se dobrar o S ou o R (autorretrato, por exemplo).

E quando se usa o hífen? Fácil, quando a palavra seguinte ao prefixo iniciar por H ou pela mesma letra com que termina o prefixo! Hein? Assim: super-homem, intra-hospitalar, micro-ondas, mini-investigação, infra-assinado.

Não ficou bem mais fácil?

Ah, vale lembrar também que as palavras compostas também sofreram modificações. A maioria delas agora também perdeu o hífen: lua de mel, mão de obra, pôr do sol... Mas isso fica pra uma próxima, ok?

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Os hífens da Reforma

  09 Abril 2009
Coluna publicada no jornal Folha de S. Paulo.
Pasquale Cipro Neto
Por falar em "mais-que-perfeito"...

Só nos cabe engolir que a regra é que não há regra clara; é preciso decorar as exceções e ter o "Volp" à mão

NA SEMANA PASSADA, analisei uma questão da última prova da Unifesp, que exigia do candidato o conhecimento do(s) valor(es) de alguns tempos verbais. O protagonista do teste era o pretérito mais-que-perfeito do indicativo.
Pois bem. Levados pela verdadeira salada "hifênica" que foi servida aos brasileiros pela reforma ortográfica (sim, reforma, e não acordo ortográfico, já que, por enquanto, isso tudo não passa mesmo de uma reforma ortográfica -exclusivamente brasileira, visto que os demais países lusófonos ainda não a adotaram), vários leitores escreveram para perguntar sobre os hifens (ou hífenes) de "mais-que-perfeito". "O hífen não caiu em locuções desse tipo?".
É melhor ir logo ao ponto, digo, ao texto oficial do acordo, digo, reforma, que, no sexto item de sua base XV ("Do hífen em compostos, locuções e encadeamentos vocabulares"), perpetra esta claríssima resolução: "Nas locuções de qualquer tipo, sejam elas substantivas, adjetivas, pronominais, adverbiais, prepositivas ou conjuncionais, não se emprega em geral o hífen, salvo (sic) algumas exceções já consagradas pelo uso (como é o caso de água-de-colônia, arco-da-velha, cor-de-rosa, mais-que-perfeito, pé-de-meia, ao deus-dará, à queima-roupa). Sirvam, pois, de exemplo de emprego sem hífen as seguintes locuções...".
Vou poupar o prezado leitor dos tais exemplos, quase todos mais do que inúteis, já que quase todas as expressões listadas jamais foram escritas com hífen. Está bem, vou dar umazinha só: "apesar de". Alguém já pensou em escrever isso com hífen? Então para que pôr isso no texto oficial? E qual foi o critério para estabelecer que "pé de moleque" (doce), "mula sem cabeça" (figura do folclore brasileiro), "água de coco" e "água de cheiro" (que se escreviam com hífen) não são casos "consagrados pelo uso"?
Outra falta de nexo no texto oficial se vê no primeiro item da mesma base XV. Nele se fala do hífen em palavras compostas. A coisa começa bem (mantém-se o hífen em compostos como "segunda-feira", "arco-íris", "decreto-lei", "luso-brasileiro", "guarda-chuva", "sul-africano", "mato-grossense" etc.), mas, quando se chega à observação que encerra esse item, encontra-se esta ressalva: "Certos compostos, em relação aos quais se perdeu, em certa medida, a noção de composição, grafam-se aglutinadamente: girassol, madressilva, mandachuva, pontapé, paraquedas, paraquedista etc.". O leitor leu bem as expressões "certos compostos" e "em certa medida"? E o mais do que abominável "etc."? Que significa isso?
Quando se lê essa ressalva (redigida com precisão inigualável), o mínimo que se pode fazer é usar o velho método da analogia: se ("em certa medida") se perdeu a noção de composição em "paraquedas" (que se escrevia "pára-quedas"), também se perdeu essa noção em...
Pode parar, caro leitor. Em "para-choque", "para-raios" e "para-brisa", mantém-se o hífen. Pode? Não pode, mas... Mas só nos cabe engolir que a regra é que não há regra clara, que é preciso decorar as exceções e, sobretudo, que é mais do que preciso ter à mão o recém-lançado "Vocabulário Ortográfico", para verificar que destino se deu a este ou àquele caso. É isso.
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Reforma ortográfica

  22 Abril 2009
Texto publicado no jornal Folha de S. Paulo, em 22 de abril de 2009, pág. A3.
Reforma ortográfica: mais custos que benefícios

THAÍS NICOLETI DE CAMARGO


A reforma ortográfica apoia-se num documento lacunar e numa obra de referência marcada pela hesitação e pela inconstância de critérios

MUITO JÁ se falou sobre o Novo Acordo Ortográfico. A frouxidão de argumentos que embasaram a sua implantação, como a suposta necessidade de unificar a grafia da língua portuguesa nos países em que é o idioma oficial, em favor do estímulo ao intercâmbio cultural entre as nações lusófonas e da simplificação de documentos oficiais, já foi suficientemente denunciada.
É certo que o intercâmbio cultural entre os países da chamada "lusofonia" é algo positivo, mas o que pode fomentá-lo são antes políticas de incentivo que a supressão de hifens ou de acentos, cujo resultado prático é apenas anular diferenças sutis que nunca impediram a compreensão dos textos escritos do lado de cá ou do lado de lá do Atlântico.
Se o uso do vocabulário e das estruturas sintáticas, os diferentes significados que alguns termos assumem em cada país, o leque de referências culturais que dão à língua sua feição local, para não falar na concorrência de outros idiomas (no caso das nações africanas e do Timor Leste), são obstáculos relativamente pequenos ao intercâmbio cultural, que dizer de pormenores como hifens e acentos?
A ideia de unificação, que produziu um discurso politicamente positivo em torno do assunto, além de não ter utilidade prática, gera vultoso gasto de energia e de recursos, que bem poderiam ser empregados no estimulo à educação e à cultura.
Não bastasse a inconsequência do projeto em si, o texto que o tornou oficial é tão lacunar e ambíguo que desafiou os estudiosos do idioma tanto no Brasil como em Portugal, fato que levou à produção de dicionários com grandes discrepâncias entre si.
Faltava uma obra de referência, que estabelecesse a grafia das palavras, regularizando os pontos obscuros do texto oficial. Esperava-se que essa obra fosse concebida em conjunto pelos países signatários do Acordo, como fruto de um debate no âmbito do propalado projeto de unificação.
No lugar disso, a ABL (Academia Brasileira de Letras) tomou a dianteira do empreendimento e confeccionou o "Volp" ("Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa"). Em lugar da solução dos pontos ambíguos do texto, o que se viu foi um misto de inobservância de princípios claramente propostos no documento oficial com hesitação entre o novo e o antigo, redundando, em muitos dos casos, em escolhas aparentemente aleatórias.
Se a ABL entendeu que poderia suprimir o hífen de formas como "co-herdar" e "co-herdeiro", em desacordo com o texto oficial, talvez em nome da simplificação, por que esse princípio não presidiu as demais escolhas?
Para ficar num exemplo gritante, por que transformar o verbo "sotopor" em "soto-pôr"? Está no texto oficial, mas isso não parece ser razão suficiente para a ABL. Pior que desmontar uma aglutinação, acrescendo-a de hífen e acento diferencial, talvez seja o fato de que as formas conjugadas do verbo não seguem a grafia do infinitivo (o "Volp" registra "sotoposto").
Ainda pior que isso é a hesitação: criaram-se grafias duplas ("sub-humano" e "subumano"; "ab-rupto" e "abrupto" e até "prerrequisito" e "pré-requisito", entre muitas outras) sem um critério seguro que as afiançasse. A interpretação do sexto artigo da Base XV do Acordo transformou substantivos compostos em locuções por obra da supressão sistemática dos hifens. As exceções, agrupadas sob a rubrica "consagradas pelo uso", são apenas sete no documento oficial, o que, por si só, já dá a medida do absurdo. O conceito é por demais vago, tanto que não garantiu a manutenção pura e simples da grafia "abrupto", esta sim consagrada pelo uso.
A supressão do hífen que separava a forma prefixal "não-" de substantivos e adjetivos não é um recurso facilitador. Diante dos substantivos, não havia dúvida quanto ao seu emprego ("não-índio", "não-agressão" etc.). A distinção entre "dia a dia" (locução adverbial) e "dia-a-dia" (substantivo composto) era útil, afinal, o sistema de distinções favorece a compreensão da gramática da língua.
Melhor trabalho teria sido a regularização do hífen com "bem" e "mal", nem sempre percebidos como prefixos. Louvável ainda teria sido o registro dos principais estrangeirismos em uso na língua, respeitando grafias consagradas em seu idioma de origem, dado que hoje não há tendência ao aportuguesamento.
Sem um objetivo claro e com severas implicações financeiras, a reforma ortográfica apoia-se num documento lacunar e numa obra de referência marcada pela hesitação e pela inconstância nos critérios de regularização. Fica a incômoda impressão de que os custos serão bem maiores que os supostos benefícios.

THAÍS NICOLETI DE CAMARGO , professora de português formada pela USP, é consultora de língua portuguesa do Grupo Folha-UOL. É autora dos livros "Redação Linha a Linha" (Publifolha) e "Uso da Vírgula" (Manole).
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Tira-Dúvida

  24 Agosto 2009

Assembleia do Rio aprova tira-dúvida de português

FÁBIO GRELLET
da Folha de S.Paulo, no Rio

Está em dúvida se aquele bife a cavalo recebe o acento de crase? E o maldito "porque" é uma palavra só ou não? E deve ser acentuado? A Assembleia Legislativa do Rio aprovou projeto de lei que cria o Telegramática, serviço público grátis que pretende, por telefone, tirar dúvidas sobre o idioma.

Segundo o projeto, aprovado nesta semana, oito professores e dois atendentes vão se revezar atendendo as ligações. Os usuários não precisarão se identificar. O governador Sérgio Cabral (PMDB) tem 15 dias para sancionar ou vetar a iniciativa. Caso sancione, como prevê o deputado estadual Jairo Souza Santos, o Coronel Jairo (PSC), autor da proposta, caberá ao Estado criar o sistema.

"Nos próximos dez dias teremos uma reunião com Cabral em que vamos pedir que sancione o projeto e discutir a implantação dele o mais rápido possível. Creio que o serviço deverá ser vinculado à Secretaria de Estado da Educação", afirmou o deputado, por meio de sua assessoria.

A iniciativa foi inspirada em um serviço mantido pela Prefeitura de Fortaleza há 29 anos. Pelo telefone (0/xx/85) 3225-1979, uma equipe de seis professores tira dúvidas sobre a língua portuguesa, das 8h às 18h, de segunda a sexta.

"Atualmente recebemos cerca de 160 ligações por dia, e as dúvidas mais comuns se referem ao emprego da crase. Mas as consultas sobre acentuação e hífen aumentaram muito depois que a reforma ortográfica entrou em vigor", conta o professor Edísio Tavares, 40, que trabalha no serviço telefônico há 13 anos.

O serviço cearense chegou a dispor até de um professor de inglês, mas a iniciativa não deu certo e hoje o tira-dúvidas se restringe à língua portuguesa.

No Rio, a Academia Brasileira de Letras também oferece um serviço semelhante, o "ABL Responde". Pelos telefones (0xx/21) 3974-2549 ou (0xx/ 21) 3974-2509 e pela internet (www.academia.org.br), é possível tirar dúvidas sobre o idioma. O serviço funciona há três anos e conta com nove professores, coordenados pelo acadêmico Evanildo Bechara. Nos três primeiros dias após o lançamento, o "ABL Responde" recebeu mais de 600 consultas -mais de 200 por dia. A Academia não informou a média atual de atendimentos.

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A língua portuguesa

  30 Março 2011
Texto muito bem criado que circula já há algum tempo na internet. Não conseguimos identificar a autoria.
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Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal.
Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes ortográficos. O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar.

O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice. De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos.

Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto.

Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar.

Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto.

Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois. Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula; ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros.

Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta.

Estavam na posição de primeira e segunda pessoa do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisso a porta abriu repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas. Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história.

Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou e mostrou o seu adjunto adnominal. Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto. Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos.

Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois. Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.

O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.

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