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Este blog é dedicado aos amantes da língua portuguesa, àqueles que querem sempre aprender mais e aos que querem conhecer melhor nossa empresa. A valorização da língua portuguesa é nosso maior objetivo e nossa maior alegria! Esperamos que façam bom proveito das informações aqui postadas!
Neologismo não é Ignorância !
Mais uma vergonha para nós Brasileiros de carteirinha assistirmos o MEC se esquivar de responsabilidades inscritas no seio de sua missão institucional. Livros didáticos são artefatos de transmissão do conhecimento e devem privar-se da ignorância daqueles que se acham no direito de divulgar o erro !
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Vale a pena dar uma olhadinha e tirar dúvidas!
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Cuidado!

  18 Abril 2011
Opa! Até tu, Brutus!

Publicado na coluna da Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo de hoje:

LEI DE MURPHY
Fernando Henrique Cardoso deixou escapar um erro de português no polêmico artigo em que sugere que o PSDB desista de tentar priorizar a conquista do "povão" e das "massas carentes e pouco informadas". Ao comentar a situação econômica, ele diz que "existe -ou existiu até a pouco- certa folga fiscal". O correto é "existiu até há pouco", com H, já que o sentido é "faz pouco tempo".

LEI DE MURPHY 2
O texto foi distribuído para sites e blogs e também pelo PSDB, que até o fim da semana exibia a peça com o erro em sua página na internet. No site da revista "Interesse Nacional", o artigo de FHC foi publicado sem o erro.
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PUBLICAÇÃO POLÊMICA ABL desaprova livro que defende erros de português Ministério não irá recolher publicação distribuída a estudantes que gerou críticas de especialistas A Academia Brasileira de Letras (ABL) criticou, em nota, o livro didático distribuído pelo Ministério da Educação (MEC) que defende erros de português. No comunicado, a ABL diz que “estranha certas posições teóricas dos autores” do livro polêmico. – Todas as feições sociais do nosso idioma constituem objeto de disciplinas científicas, mas bem diferente é a tarefa do professor de língua portuguesa, que espera encontrar no livro didático o respaldo dos usos da língua padrão que ministra a seus discípulos – diz a nota. Apesar das críticas de educadores e escritores, o MEC não pretende retirar das escolas o livro com graves erros gramaticais distribuído pelo Programa Nacional do Livro Didático. Ao todo, 485 mil estudantes jovens e adultos receberam a publicação Por uma Vida Melhor, de Heloísa Ramos, que defende uma suposta supremacia da linguagem oral sobre a linguagem escrita, admitindo a troca dos conceitos “certo e errado” por “adequado ou inadequado”. Apartir daí, frases com erros de português como “nós pega o peixe” poderiam ser consideradas corretas em certos contextos. – Não somos o Ministério da Verdade. O ministro não faz análise dos livros didáticos, não interfere no conteúdo. Já pensou se tivéssemos que dizer o que é certo ou errado? Aí, o ministro seria um tirano – disse um auxiliar do ministro Fernando Haddad, que pediu para não ser identificado. Escritores e educadores criticaram a decisão de distribuir o livro, tomada pelos responsáveis pelo Programa Nacional do Livro Didático. Para Mírian Paura, professora do Programa de Pós-graduação em Educação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), as obras distribuídas pelo MEC deveriam conter a norma culta: – Não tem que se fazer livros com erros. O professor pode falar na aula que temos outra linguagem, a popular, não erudita, como se fosse um dialeto. Os livros servem para os alunos aprenderem o conhecimento erudito. Autor de dezenas de livros infantis e sobre Machado de Assis, o escritor Luiz Antônio Aguiar também é contra a novidade: – Isso demonstra falta de competência para ensinar. Em nota distribuída quando a polêmica se tornou pública, o MEC informou que a norma culta da língua será sempre a exigida nas provas e avaliações, mas que o livro estimula a formação de cidadãos que usem a língua com flexibilidade. O propósito, segundo o MEC, é discutir o mito de que há apenas uma forma de se falar corretamente. Ainda segundo o ministério, a escrita deve ser o espelho da fala. Entenda o caso - O Programa Nacional do Livro Didático, do Ministério da Educação (MEC), distribuiu a cerca de 485 mil estudantes jovens e adultos dos ensinos Fundamental e Médio uma publicação que faz uma defesa do uso da língua popular, ainda que com incorreções. - Para os autores do livro, deve ser alterado o conceito de se falar certo ou errado para o que é adequado ou inadequado. Exemplo: “Posso falar ‘os livro’?’ Claro que pode, mas dependendo da situação, a pessoa pode ser vítima de preconceito linguístico”, diz um dos trechos da obra “Por uma vida melhor”, da coleção Viver, aprender. - Outras frases citadas e consideradas válidas são “nós pega o peixe” e “os menino pega o peixe”.

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Só Vírgula

  30 Maio 2011
Só Vírgula
Dica preciosa para você aprender a escrever melhor: insistimos no assunto pontuação (e principalmente vírgula) porque é nesse tópico que notamos a maior quantidade de erros hoje em dia. E uma vírgula, você já viu aqui no blog, pode mudar todo o sentido da sua frase!
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