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Este blog é dedicado aos amantes da língua portuguesa, àqueles que querem sempre aprender mais e aos que querem conhecer melhor nossa empresa. A valorização da língua portuguesa é nosso maior objetivo e nossa maior alegria! Esperamos que façam bom proveito das informações aqui postadas!

Para ver se conseguimos pôr um fim de vez nessa moda segundo a qual a expressão correta seria "risco de morte", uma exelente coluna do Sérgio Rodrigues na Folha de S.Paulo (clique aqui para a coluna completa).

"Foi em fins do século passado que estudiosos apegados demais ao pé da letra transformaram a malhação de 'risco de vida' que até Machado de Assis usou em cavalo de batalha. O jornalismo brasileiro, infelizmente, montou nele e saiu a galope. (...) 'Ninguém corre o risco de viver', dizia-se. Era um equívoco. A análise em que se baseava obscurecia algo compreendido até então por todos os falantes, inclusive os analfabetos: que risco de vida quer dizer risco para a vida, isto é, risco de perder a vida. Enxergar aí uma agressão à lógica requer um tipo bem carrancudo de literalismo. É mais ou menos como dizer que o 'quarto de visitas' deveria ser chamado de 'quarto para visitas', uma vez que elas nunca terão a posse do cômodo."

 

Muito bom o Ruy Castro na Folha de S.Paulo de 12 de setembro de 2016, página A2.

 

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Dia de maldade!

  29 Setembro 2016

Coluna irreverente, engraçada e atual! Muito boa! Publicada no jornal O Estado de S. Paulo.

 

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Muito nos perguntam por que é preciso pôr vírgula, por exemplo, em "Bom dia, Alexandre". Antes de ajudar, vamos começar por um ponto muito importante sobre pontuação: vírgula não é pausa para respirar! Já dizia um mestre: "Nem toda pausa na fala corresponde a uma vírgula, nem a toda vírgula corresponde uma pausa na fala". Entendido isso, vamos lá!

 

Essa vírgula é obrigatória para separar o que é chamado de "vocativo". Oi? Quem? Calma! Vocativo é aquele elmento da frase que indica a quem nos dirigimos, a quem a mensagem é endereçada. E sua regra, pasmem, é facílima: ele é SEMPRE separado por vírgula, não importa onde apareça na frase. 

 

Assim, escreve-se:

A crase, sempre ela...

  25 Junho 2015

O mau uso da crase parece não ter fim... Mas a indignação do mestre Caetano e o sempre exemplar texto do prof. Pasquale Cipro Neto na Folha de S. Paulo são uma luz no fim do túnel.

 

Confira:

 

"Na terça-feira, Caetano Veloso postou nas redes sociais um vídeo no qual corrige uma frase escrita pelo pessoal que trabalha com ele.

O trecho era este: 'Homenagem à Bituca'. Bituca é o apelido do grande Milton Nascimento. No vídeo, Caetano não se limita a dizer que o 'a' não deve receber o acento grave (ou acento indicador de crase). O Mestre dá a explicação completa (e perfeita) da questão.

(...)

No caso da construção corrigida por Caetano ('Homenagem à Bituca'), é óbvio que o acento indicador de crase é mais do que inadequado, já que no trecho só existe um 'a', a preposição 'a', regida pelo substantivo 'homenagem'; por ser substantivo masculino, 'Bituca' obviamente rejeita o artigo feminino."

 

Quer ler o artigo inteiro? Clique aqui.

Se ele manter...

  05 Agosto 2014

Quantas vezes você já ouviu alguém falar "Se ele manter a votação da eleição passada, se reelegerá", ou "Se nós mantermos esse ritmo, vamos conseguir chegar lá", "Se você manter sua assinatura, ganhará um brinde"?

 

Pois é, tem um problema grave aí: nos verbos derivados de TER (manter, obter, conter, deter, reter, etc.), a conjugação segue o modelo do verbo primitivo. A gente não vai sair por aí falando "Se meu time ter sorte, ganhará o jogo"; falamos "Se meu time tiver sorte...".

Portanto, aplique essa conjugação a todos os demais verbos derivados de TER, como nos exemplos abaixo:

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